Bem amigos do poker, bom dia…
Depois do merecido descanso, de volta a Bituruna, continuamos desvendando The Mandala of poker.
Volto a frisar que são apenas conceitos, técnicas e estratégias vivenciadas ou refletidas por este jogador de poker e que naturalmente não são verdades eternas e, portanto, passíveis de divergências.
Procuro ser simples e claro na explanação. Restando dúvidas, basta o leitor postar nos comentários que responderei...
.jpg)
Os pares de Valetes e Damas – Pockets of Attack – jogo-os sempre agressivamente, pré-flop, independente do estágio em que o torneio esteja e, ainda, não considerando a posição que ocupo na mesa.
Não havendo ação na mesa. Abro re-raise padrão de 3 BB (ou 2.5 se o average é menor que 30 BB).
Havendo ação, raramente, para não dizer nunca, simplesmente pagarei a aposta. Sempre aumentarei para obter informações de onde estou pisando.
O aumento do re-re-raise será do tamanho que o adversário “a princípio” somente dará call estando de posse de uma boa mão.
Atentarei para que, caso receba call reste-me fichas suficientes para fazer uma aposta pós-flop com relativa taxa de fold do adversário.
Este aumento do re-raise também levará em conta a possibilidade de largar os lindos Pockets of Attack, caso receba re-re-raise, manter o stack de fichas que possibilite desenvolver o jogo na continuidade do torneio.
Óbvio que se estiver comited com o pote darei call se receber re-re-rasie. Desta forma, na maioria das vezes prefiro entrar logo de all-in. Mas, em determinados momentos o re-raise, permanencedo com poucas fichas para trás representa maior força que o próprio all-in.
Resumindo:Com Pockets of Attack, ATAQUE! Se receber um contra-ataque forte, avalie perspicazmente a possibilidade de abandonar a mão.
GG ALL |